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O vídeo abaixo apresenta um  controle de ENERGIA ESTÁTICA  em linha de produção de equipamentos eletrônicos,  processo cada vez mais usado na área de Microeletrônica & Eletrônica.

Controle de Energia Estática

 

Sensibilidade – Voltando aos computadores: como os microcircuitos trabalham com quantidades mínimas de energia, precisam ser altamente sensíveis à variação da voltagem. Por isso, a carga eletrostática de seu corpo, ao ser transferida para esses circuitos, provoca grandes danos, mesmo que você não encoste neles. Da mesma forma como o raio transfere energia entre a nuvem e o solo, a proximidade do seu corpo com o chip pode provocar pequenas faíscas elétricas que você até nem percebe, ou mesmo a formação de um campo elétrico contrário na placa eletrônica (é a chamada indução elétrica).

Se você não é técnico em Eletrônica, pule este parágrafo. Trata-se de uma relação da sensibilidade de componentes eletrônicos à voltagem: VMOS, 30 a 1.800 volts; MOSFET (Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor), 100 a 200 v; GaAsFet, 100 a 300 v; EPROM (tipo de memória usada para guardar as configurações do BIOS, o programa que assume o controle do computador quando você o liga), 100 v; JFET, 140 a 7.000 v; SAW, 150 a 500 v; OP AMP, 190 a 2.500 v; CMOS, 250 a 3.000; díodos Scho5ttky, 300 a 2.500 v; resistores de filme, 300 a 3.000 v; transistores bipolares, 380 a 7.000 v; ECL (nível de PCB), 500 a 1.500 v; SCR, 680 a 1.000 v; Schottky TTL, 1.000 a 2.500 v.

Muitos pensam que a eletricidade estática não é um grande problema: com um mínimo de controle, dizem, conseguem manter um índice de falhas de 0,5% nos componentes. Raciocine, porém: com a média de 20 componentes por placa, isto significa que, de cada dez placas, pelo menos uma deve conter algum componente defeituoso. Um sistema médio usa cinco placas (computador com placas de som, memória, vídeo, modem e placa-mãe, por exemplo). Com esse índice médio de falhas, a cada dois sistemas, pelo menos um deve conter defeitos. Você aceitaria esse risco?

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Zips e Zaps – No jargão dos especialistas internacionais em eletricidade, Zap significa golpe definitivo, queima completa dos componentes por cargas eletrostáticas; Zip - ou Zing - é um golpe parcial de cargas eletrostáticas nos componentes (bastam para o Zing 25% da voltagem que causaria o Zap). Não são siglas, mas sim onomatopéias originadas das histórias em quadrinhos (isto é, palavras que o leitor associa a sons como os de um raio, por exemplo).

 

Os especialistas dizem que um componente zapiado é o que foi completamente queimado por uma carga eletrostática, enquanto o componente zingado é o que passa a apresentar, após a descarga, defeitos intermitentes.

 

Em média, 10% dos componentes são zapiados (totalmente queimados) e 90% zingados, quando atingidos por descargas eletrostáticas. Se o componente é zapiado, simplesmente não funciona mais, e isso é facilmente percebido. O pesadelo dos eletrotécnicos é quando o componente é zingado apenas, pois ele até passa nos testes elétricos, mas pode apresentar falhas - causadas por vibrações, variações de temperatura ou de carga elétrica - seis dias, seis semanas ou mesmo seis meses depois...



 

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